Cáritas Regional Rio Grande do Sul em Asssembleia



Nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2017 a Arquidiocese de Passo Fundo acolheu os/as agentes das 13 Cáritas Arqui(diocesanas) do Rio Grande do Sul para 42ª Assembleia Cáritas Brasileira Regional do Rio Grande do Sul, totalizando 43 participantes e a representação do Diretor da Cáritas Brasileira Luis Claudio Mandela e a Vice Presidente Ir Lourdes Dill. o evento proporcionou os seguintes objetivos: Aprofundar o tema da pastoralidade comprometida com a transformação social e o bem viver, à luz da Palavra de Deus e da Laudato Si; Avaliar o plano operativo do ano de 2017 da Cáritas RS, apontando perspectivas de ação para 2018; intercâmbio sobre experiências que apontam para a sociedade do bem viver, a partir de visita a associações com produção agroecológica; Apreciar as contas do exercício de 2016 da Cáritas Brasileira; Realizar a escolha de 03 Conselheiros e a indicação de nomes para o Bispo referencial da Cáritas RS, conforme previsto no Regimento Interno da Cáritas RS. Na oportunidade, de acordo com o Estatuto e Regimento Interno da Cáritas Brasileira, foram eleitos três Conselheiros Titulares sendo eles: Franciel Risson Bachi (Cáritas Arquidiocesana de Passo Fundo), Cinara Fontoura Dorneles (Cáritas Diocesana de Cruz Alta) e Irmã Edna dos Santos Rodrigues (Cáritas Diocesana de Vacaria), permanece o Conselheiro Mauricio Gonçalves (Cáritas Diocesana de Santa Cruz) por mais dois anos. Também foi eleita Maria Beatriz da Silva Ferreira como Conselheira Suplente (Cáritas Arquidiocesana de Pelotas). A Cáritas Diocesana de Bagé estava representada pelas Agentes: Mara Elaine Martins, Ir Nilceia Frabris, Nilza Mar de Macedo. Agradecemos a acolhida e dedicação da Equipe de Passo Fundo e o excelente trabalho que a Cáritas Regional vem realizando a serviço da vida e cuidado com a nossa casa comum.




FEIRA DE SANTA MARIA:

UMA EXPERIÊNCIA APRENDENTE E ENSINANTE



Santa Maria da Boca do Monte, Coração do Rio Grande do Sul – Brasil, bate mais forte e tem a imensa alegria de acolher estes grandes Eventos do Cooperativismo, da Economia Solidária e da Agricultura Familiar do Brasil, da América Latina e de outros Continentes.

Desde 1994, realizam-se importantes eventos do Cooperativismo, da Economia Solidária e da Agricultura Familiar Camponesa, em Santa Maria, RS, a Capital da Economia Solidária como “O Maior Evento de Economia Solidária da América Latina” e agora com forte articulação nos 159 anos de Santa Maria e nos 24 anos de Feira de Santa Maria: Uma Experiência Aprendente e Ensinante. A Feira de Santa Maria faz parte da articulação Nacional de Feiras e do Calendário Oficial da Rede COMSOL/Pontos Fixos de Comercialização Solidária. As Feiras em Rede são coordenadas pela SENAES/MTE, IMS (Instituto Marista Solidariedade), FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária), bem como os Fóruns Estaduais e Regionais. As Feiras são grandes e significativos espaços, para dar visibilidade a Economia Solidária, a Agricultura Familiar e as Políticas Públicas do Brasil. A Feira de Santa Maria é um grande braço do FSM (Fórum Social Mundial) e é organizada por um grande Mutirão, através das Comissões de trabalho voluntário de pessoas comprometidas com os Princípios e a prática de Economia Solidária. A organização da Feira é uma grande Escola de participação, comprometimento, Democracia e Autogestão, coordenada pelo Projeto Esperança/Cooesperança da Arquidiocese de Santa Maria. É um grande espaço de articulação, debate, troca de idéias, experiências de Comercialização Direta dos Empreendimentos Solidários da Economia Solidária, da Agricultura Familiar, das Agroindústrias Familiares, dos Catadores/as, dos Povos Indígenas, dos Trabalhadores/as do Campo e da Cidade, na Metodologia Autogestionária, do Fórum Social Mundial e na construção de “Um Outro Mundo Possível” e de “Uma Outra Economia Que Já Acontece”.

É, também, um grande espaço de articulação Nacional, Internacional e Autogestionário, onde o Trabalho e a Organização Solidária, através do FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária) e dos Fóruns Regionais da Economia Solidária, estão acima do capital, motivando assim a consciência de um Comércio Justo, Consumo Ético e Solidário, no fortalecimento da Segurança Alimentar Nutricional Sustentável. Estes Eventos fortalecem as práticas e convicções importantes, como a não comercialização de produtos com aditivos químicos, agrotóxicos, nenhum tipo de refrigerante ou cerveja industrializada, e nem o consumo de cigarros, motivando o consumo de produtos Naturais, Ecológicos como sucos, caldo de cana, água potável, alimentação sadia e natural, em favor da Qualidade de Vida e Saúde dos consumidores/as. A Feira tem uma linha Editorial que sintoniza com a proposta de um Novo Modelo Econômico Solidário, Sustentável e Territorial para o cuidado da Vida no Planeta Terra. Há, também, um grande espaço da Biodiversidade, Agroindústria Familiar, túnel da Reforma Agrária, Espaço Arco-Íris Bem Viver, espaços Culturais sintonizados com a proposta da Economia Solidária, da Reforma Agrária, do Trabalho dos Catadores/as, dos Quilombolas, dos Povos Indígenas, dos Movimentos de Luta, de Resistência e da integração da Economia Solidária e da Agricultura Familiar.

Nesta perspectiva se fortalecem as práticas de uma outra forma de Consumo e o Trabalho Solidário, também do uso dos bens naturais, como a Água, a Terra, a Semente e o Ar, e os bens produzidos que são os grandes “Patrimônios Universais da Humanidade”. Este espaço oportuniza e fortalece a construção de um Novo Modelo de Desenvolvimento Solidário e Sustentável de um Novo Modelo de Sociedade: Socialmente Justa, Economicamente Viável, Ambientalmente Sadia, Organizadamente Solidária e Cooperativada, Politicamente Democrática, fortalecendo a Cultura da Solidariedade, da Paz e da Justiça Social, na certeza de que “Um Outro Mundo é Possível” e de “Uma Outra Economia que já Acontece”

Por Maiquel Rosauro, Jornalista (MTB/RS 13334)
Assessor de imprensa
24ª Feicoop e 13ª Feira Latino-Americana de Economia Solidária
(55) 996-811-384 (WhatsApp)



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Agenda dos eventos do mês de Junho de 2017



02 - Reunião com a Equipe de Coordenação do 17º Encontrão de CEBs - Livramento
05- Reunião da Comissão Diocesana de Economia Solidária
06 - Reunião da Equipe de Cáritas na Paróquia N. Sr.ª do Patrocínio em Dom Pedrito
07 - 1º módulo da Capacitação de Lideranças Comunitárias - Participação Popular para o
fortalecimento da atuação cidadã- Pinheiro Machado
11 a 13 – Reunião do Conselho Regional da Cáritas em Passo Fundo
15 - Festa de Corpus Christi
20 - Encontro da Província Eclesiástica do Sul (Pelotas, Rio Grande e Bagé)
22 - Dia de Oração pelos 50 anos da Ação Social Diocesana/Cáritas Diocesana
24 - Exposição dos 50 anos da Ação Social Diocesana/Cáritas Bagé – Santana do Livramento
25 - 17º Encontro Diocesano de Comunidade Eclesiais de Base (CEBs) da Diocese de Bagé em Santana do Livramento
25 - Celebração dos 50 anos da Ação Social Diocesana/Caritas Bagé - Santana do Livramento
25 - Celebração dos 57 anos de Fundação da Diocese de Bagé - Santana do Livramento





O GRAVE MOMENTO NACIONAL



“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça” (Mt 6,33)



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, por ocasião de sua 55ª Assembleia Geral, reunida em Aparecida-SP, de 26 de abril a 5 de maio de 2017, sente-se no dever de, mais uma vez, apresentar à sociedade brasileira suas reflexões e apreensões diante da delicada conjuntura política, econômica e social pela qual vem passando o Brasil. Não compete à Igreja apresentar soluções técnicas para os graves problemas vividos pelo País, mas oferecer ao povo brasileiro a luz do Evangelho para a edificação de “uma sociedade à medida do homem, da sua dignidade, da sua vocação” (Bento XVI - Caritas in Veritate, 9).

O que está acontecendo com o Brasil?
Um País perplexo diante de agentes públicos e privados que ignoram a ética e abrem mão dos princípios morais, base indispensável de uma nação que se queira justa e fraterna. O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção. Urge, portanto, retomar o caminho da ética como condição indispensável para que o Brasil reconstrua seu tecido social. Só assim a sociedade terá condições de lutar contra seus males mais evidentes: violência contra a pessoa e a vida, contra a família, tráfico de drogas e outros negócios ilícitos, excessos no uso da força policial, corrupção, sonegação fiscal, malversação dos bens públicos, abuso do poder econômico e político, poder discricionário dos meios de comunicação social, crimes ambientais (cf. Documentos da CNBB 50– Ética, Pessoa e Sociedade – n. 130)
O Estado democrático de direito, reconquistado com intensa participação popular após o regime de exceção, corre riscos na medida em que crescem o descrédito e o desencanto com a política e com os Poderes da República cuja prática tem demonstrado enorme distanciamento das aspirações de grande parte da população. É preciso construir uma democracia verdadeiramente participativa. Dessa forma se poderá superar o fisiologismo político que leva a barganhas sem escrúpulos, com graves consequências para o bem do povo brasileiro.

É sempre mais necessária uma profunda reforma do sistema político brasileiro. Com o exercício desfigurado e desacreditado da política, vem a tentação de ignorar os políticos e os governantes, permitindo-lhes decidir os destinos do Brasil a seu bel prazer. Desconsiderar os partidos e desinteressar-se da política favorece a ascensão de “salvadores da pátria” e o surgimento de regimes autocráticos. Aos políticos não é lícito exercer a política de outra forma que não seja para a construção do bem comum. Daí, a necessidade de se abandonar a velha prática do “toma lá, dá cá” como moeda de troca para atender a interesses privados em prejuízo dos interesses públicos.

Intimamente unida à política, a economia globalizada tem sido um verdadeiro suplício para a maioria da população brasileira, uma vez que dá primazia ao mercado, em detrimento da pessoa humana e ao capital em detrimento do trabalho, quando deveria ser o contrário. Essa economia mata e revela que a raiz da crise é antropológica, por negar a primazia do ser humano sobre o capital (cf. Evangelii Gaudium, 53-57). Em nome da retomada do desenvolvimento, não é justo submeter o Estado ao mercado. Quando é o mercado que governa, o Estado torna-se fraco e acaba submetido a uma perversa lógica financista. Recorde-se, com o Papa Francisco, que “o dinheiro é para servir e não para governar” (Evangelii Gaudium 58).

O desenvolvimento social, critério de legitimação de políticas econômicas, requer políticas públicas que atendam à população, especialmente a que se encontra em situação vulnerável. A insuficiência dessas políticas está entre as causas da exclusão e da violência, que atingem milhões de brasileiros. São catalisadores de violência: a impunidade; os crescentes conflitos na cidade e no campo; o desemprego; a desigualdade social; a desconstrução dos direitos de comunidades tradicionais; a falta de reconhecimento e demarcação dos territórios indígenas e quilombolas; a degradação ambiental; a criminalização de movimentos sociais e populares; a situação deplorável do sistema carcerário. É preocupante, também, a falta de perspectivas de futuro para os jovens. Igualmente desafiador é o crime organizado, presente em diversos âmbitos da sociedade.

Nas cidades, atos de violência espalham terror, vitimam as pessoas e causam danos ao patrimônio público e privado. Ocorridos recentemente, o massacre de trabalhadores rurais no município de Colniza, no Mato Grosso, e o ataque ao povo indígena Gamela, em Viana, no Maranhão, são barbáries que vitimaram os mais pobres. Essas ocorrências exigem imediatas providências das autoridades competentes na apuração e punição dos responsáveis.

No esforço de superação do grave momento atual, são necessárias reformas, que se legitimam quando obedecem à lógica do diálogo com toda a sociedade, com vistas ao bem comum. Do Judiciário, a quem compete garantir o direito e a justiça para todos, espera-se atuação independente e autônoma, no estrito cumprimento da lei. Da Mídia espera-se que seja livre, plural e independente, para que se coloque a serviço da verdade.

Não há futuro para uma sociedade na qual se dissolve a verdadeira fraternidade. Por isso, urge a construção de um projeto viável de nação justa, solidária e fraterna. “É necessário procurar uma saída para a sufocante disputa entre a tese neoliberal e a neoestatista (...). A mera atualização de velhas categorias de pensamentos, ou o recurso a sofisticadas técnicas de decisões coletivas, não é suficiente. É necessário buscar caminhos novos inspirados na mensagem de Cristo” (Papa Francisco – Sessão Plenária da Pontifícia Academia das Ciências Sociais – 24 de abril de 2017).

O povo brasileiro tem coragem, fé e esperança. Está em suas mãos defender a dignidade e a liberdade, promover uma cultura de paz para todos, lutar pela justiça e pela causa dos oprimidos e fazer do Brasil uma nação respeitada. A CNBB está sempre à disposição para colaborar na busca de soluções para o grave momento que vivemos e conclama os católicos e as pessoas de boa vontade a participarem, consciente e ativamente, na construção do Brasil que queremos.

No Ano Nacional Mariano, confiamos o povo brasileiro, com suas angústias, anseios e esperanças, ao coração de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Deus nos abençoe!

Aparecida - SP, 3 de maio de 2017.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB



Agenda do Mês de Abril



03/04- Reunião da Comissão Diocesana de Economia Solidária

03 e 04/04 - Conselho Regional da Cáritas Rio Grande do Sul – Porto Alegre

05/04 - Reunião Voluntárias do Projeto Agata Smeralda – Paróquia São Judas Tadeu - Bagé

11/04 - Reunião da Cáritas na Paróquia N. Sr.ª do Patrocínio em Dom Pedrito

09/04 - Domingo de Ramos – Coleta da Solidariedade

13 a 15/04 - Tríduo Pascal
16/04 - Domingo de Páscoa
18/04 - Conselho Diocesano da Ação Evangelizadora – Bagé
Reunião da Comissão de Animação das Campanhas e do Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) - Bagé

22/04 - Dia de Oração pelos 50 anos da Ação Social Diocesana/Cáritas Diocesana

22 e 23/04 - Capacitação de lideranças para uma Igreja Servidora na Diocese de Bagé “Vida Plena para Todas as pessoas” – Bagé









É uma asociação de duração ilimitada, semfins lucrativos, fundada pela Mitra Diocesana de Bagé em22 de Janeiro de 1967, com sede e foro na cidade de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, vindo a ser umaassociação de âmbito diocesano com objetivo de dar assistência aos trabalhos realizados nas Paróquias, Comunidades e Pastorais Sociais, da diocese. É um setor diocesano que tem como prioridade o fortalecimento de todos os setores diocesanos que trabalham em favor das pessoas em situação de vulnerabilidade social a partir das ações determinadas pelo planejamento diocesano. Suas atividades são voltadas para a defesa da vida, o resgate da auto-estima, o fortalecimento da cidadania e a descoberta dos diversos dons e potencialidades que podem ser trabalhado s em cada pessoa (homens, mulheres, jovens, crianças) para a sua dignidade. O cuidado com a vida e com o meio ambiente perpassa todas as metas de trabalho realizadas. Desde sua fundação a Ação Social Diocesana é entidade membro da Cáritas Brasileira e desenvolve as ações a partir da realidade da Diocese de Bagé e assessorada pela Cáritas Brasileira Regional do Rio Grande do Sul.São Objetivos da Ação Social Diocesana (cf. estatuto no artigo 2º)

  • Colaborar na Formação da consciência pública e privada, visando um ambiente social solidário e humano de caridade cristã;

  • Promover a assistência à saúde de forma preventiva, através de orientações a grupos e Comunidades;

  • Proteger, orientar, unir e regularizar a vida em família;

  • Proteger crianças, jovens, idosos carentes e pessoas portadoras de necessidades especiais, as quais serão vinculadas à Fraternidade Cristã de Doentes e Deficientes.

  • Prestar serviços às coletividades carentes, respondendo às necessidades de cada época e, em especial nas emergências naturais e sociais;

  • Incentivar a organização e atuação de todas as Pastorais Sociais naDiocese;

  • Planejar e promover ação conjunta de entidades e movimentos que visem à Assistência Social, à defesa e proteção da vida;

  • Firmar convênios com entidades públicas, participar de campanhas de arrecadação de recursos para atender pessoas, grupos ou comunidades carentes, bem como organizar tais campanhas. Finalidade Estatutária (cf. estatuto da entidade no artigo

2º) Prestar serviços gratuitos em caráter permanente, sem qualquer discriminação de nacionalidade, raça, cor, gênero, credo religioso ou político. MISSÃO DA CÁRITASTestemunhar e anunciar o evangelho de Jesus Cristo, defendendo e promovendo a vida e participando da construção solidária de uma sociedade justa, igualitária e plural, junto com as pessoas em situação de exclusão social.

PRINCÍPIOS:
  1. Defesa e promoção da vida humana;

  2. Defesa e promoção da sociobiodiversidade;

  3. Mística e espiritualidade libertadora;

  4. Ecumenismo, diálogo inter-religioso e intercultural;

  5. Cultura da solidariedade;

  6. Relações igualitárias de gênero, raça, etnia e geração;

  7. Protagonismo dos excluídos e excluídas

  8. Projeto de sociedade solidária e sustentável;

  9. Democracia participativa.



Diretriz Institucional




A Cáritas Brasileira se compromete com a construção do Desenvolvimento Solidário Sustentável e Territorial na perspectiva de um projeto popular de sociedade democrática.


"PRIORIDADES ASSUMIDAS PELA DIOCESE DE BAGÉ:"

  1. à *Formação Integral de Lideranças.

  2. à*Serviço da Caridade.

  3. à *Serviço da Animação Vocacional.

  4. à Evangelização da Juventude Prioridades Estratégicas.



I – Promoção e fortalecimento de iniciativas locais e territoriais de desenvolvimento solidário e sustentável;

II – Defesa e promoção de direitos, mobilizações e controle social das políticas públicas.

III – Organização e fortalecimento da Rede Cáritas.Nilza Mar de MacedoCÁRITAS DIOCESANA DE BAGÉ. (Ação Social Diocesana)





Av. Marcílio Dias, 1590 - Bagé - RS

CEP: 96.400-021

Telefones: (53) - 3241-1701 (53) 99734136

facebook: Cáritas de Bagé

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